26/05/2010 em Imobiliário
O último setor habitacional na região central de Brasília gerou grande expectativas para as pessoas que desejam morar bem no Plano Piloto. Lançado com o objetivo de ser o primeiro bairro ecológico do país, o Setor Noroeste começa a sair do papel e a se tornar realidade. Todos os empreendimentos disponíveis na região devem garantir que os aspectos de concepção ofereçam uma certificação de empreendimento sustentável, com baixo nível de impacto ambiental e conservação de energia, água e recursos naturais.
O Noroeste ocupa 821 hectares, sendo que a área a ser construída será de apenas 28,6% do total. Serão aproximadamente 15 mil imóveis ofertados pelas empresas que começam a disponibilizar as unidades. A previsão é de que, ao final das obras, o Noroeste comporte cerca de 40 mil moradores em 20 quadras comerciais e 220 blocos. Por ser o último setor disponível no Plano Piloto, os imóveis se valorizaram muito e agora o bairro tem o metro quadrado mais caro do DF. Porém, esse fator não impediu o sucesso de vendas dos principais empreendimentos lançados no bairro.
O presidente da Cooperativa Habitacional dos Servidores do Senado Federal (Coopersefe), José Afonso Jácomo do Couto, acredita que, além do fator da falta de terreno, a valorização só foi possível por causa do investimento das empresas no setor e da facilidade de crédito. "O Noroeste oferece muitas oportunidades, tanto para as empresas quanto para os trabalhadores, que terão mais postos de emprego no setor da construção civil. Isso movimenta toda a economia da cidade", diz.
Em respeito ao meio ambiente e com destaque para a segurança, na maioria dos edifícios parte da energia consumida pelos moradores será proveniente da energia solar, que irá colaborar com o aproveitamento dos recursos naturais e captação de água para irrigação.
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